Brota em mim indignação ao deparar-me com notícias de escândalos e desvio de recursos públicos repassados ao terceiro setor, a exemplo do que hoje assisti na TV, no Programa Fantástico. Não estou aqui afirmando a presunção da culpa ou do dolo, mas a fumaça que sopra de Brasília indica uma pirogênese incessante. Situações assim inoculam suspeita sobre as entidades sem fins lucrativos que suplicam por recursos. Muitas não se beneficiam para cumprir suas finalidades sociais pelos mais diversos fatores: má gestão, ausência ou desconhecimentos de fontes para recursos; deficiência de projetos etc. Por isso, a obtenção e o usufruto gracioso do dinheiro do erário em pseudoprojetos
Contudo, todo e qualquer recurso público federal aplicado no terceiro setor, mediante convênios publicados no Diário Oficial da União e expostos no Portal da Transparência, é objeto de medição, de fiscalização e de prestação de contas ao Tribunal de Contas da União. Não obstante, a sociedade e o Ministério Público também exercem relevante papel de verificação da regularidade de procedimentos.
O zelo das diversas instituições merece ser reconhecido e estimulado.
Aperfeiçoar o sistema é fundamental, acredite.
O Terceiro Setor não é para os Irmãos Metralhas. Filantropia não é “pilantropia”.
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