Li hoje no Valor Econômico uma matéria acerca da reinvenção do The New York Times, escrita por Matias M Molina ('The New York Times', a reinvenção de cada dia. Matias M. Molina. São Paulo, 04.10.2011) Dentre interessantes pontos de análise, ao tratar sobre o uso das redes sociais, a preocupação daquele Jornal poderia ser resumida no seguinte trecho: “Se excessivamente coloquial, perde autoridade; se demasiado formal, não conecta com o público da rede”.O foco de tudo é comunicação. Jesus, Buda, Alexandre o Grande, a criança em seus primeiros balbucios, você e eu...a comunicação é um elemento comum a todos.
Esse imperativo provoca outro desdobramentos e, na net, penso que seja a assertividade o maior desafio: o que dizer, como dizer, quando dizer e por que dizer, pois a velocidade de tudo, já me dá a impressão de que não há nada de novo debaixo do céu.
A novidade, assim, não é mais inteirar-se da “novidade nova”, mas ser original, para ser inteiro e autêntico.A autenticidade é, inegavelmente, um derivativo da educação, mas quem educa é também original ou um replicante? O que você acha?
Sem dúvida as redes sociais são uma ferramenta com grandioso potencial para incrementar o diálogo democrático, a divulgação transparente de idéias e sentimentos, para aprimorar os relacionamentos e aproximar pessoas, desde que utilizadas de maneira franca, respeitosa e de boa-fé. Podem, entretanto, navegar para sentido contrário, ao sabor de ventos tenebrosos ou que só fazem a nau andar em círculos, de forma infrutífera e sem sentido.
ResponderExcluirNem sempre dizer ou veicular o que dá na telha! Ser seletivo, sincero e respeitoso no que fala, sem perder o senso de liberdade! Entendo ser o melhor caminho. Afinal, comunicação, seja ela qual for, é uma forma de relacionar-se com o outro ou, no caso, com milhares de outros.
Por mais que se utilize de bits e bytes para concretizar esse tipo de comunicação, através das redes sociais da Internet, tem-se sempre que ter em mente os reflexos da exposição que ela gera, seja de quem divulga as informações ou de quem as recebe, e que certos valores éticos devem estar tão presentes nesse meio como na conversa presencial, na comunicação olho no olho, coração com coração.
Acredito que se pode ser autêntico manejando-se informações e "novidades", como as redes sociais, idéias já postas, divulgando-se fatos e pensamentos, educando, repaginando-se situações e comportamentos historicamente cíclicos. Tudo depende da maneira que se opta para concatenar e trabalhar esses elementos e evidenciá-los no agir, na comunicação.
Alexandre Leitão.
Sem dúvida as redes sociais são uma ferramenta com grandioso potencial para incrementar o diálogo democrático, a divulgação transparente de idéias e sentimentos, para aprimorar os relacionamentos e aproximar pessoas, desde que utilizadas de maneira franca, respeitosa e de boa-fé. Podem, entretanto, navegar para sentido contrário, ao sabor de ventos tenebrosos ou que só fazem a nau andar em círculos, de forma infrutífera e sem sentido.
ResponderExcluirNem sempre dizer ou veicular o que dá na telha! Ser seletivo, sincero e respeitoso no que fala, sem perder o senso de liberdade! Entendo ser o melhor caminho. Afinal, comunicação, seja ela qual for, é uma forma de relacionar-se com o outro ou, no caso, com milhares de outros.
Por mais que se utilize de bits e bytes para concretizar esse tipo de comunicação, através das redes sociais da Internet, tem-se sempre que ter em mente os reflexos da exposição que ela gera, seja de quem divulga as informações ou de quem as recebe, e que certos valores éticos devem estar tão presentes nesse meio como na conversa presencial, na comunicação olho no olho, coração com coração.
Acredito que se pode ser autêntico manejando-se informações e "novidades", como as redes sociais, idéias já postas, divulgando-se fatos e pensamentos, educando, repaginando-se situações e comportamentos historicamente cíclicos. Tudo depende da maneira que se opta para concatenar e trabalhar esses elementos e evidenciá-los no agir, na comunicação.
Alexandre Leitão.